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Breaking Bad (Temp.1 Ep. 10) Comércio internacional, valor e luta de classes.

"Os índices de deflação das exportações da França apontam milimetricamente que na próxima crise os problemas de sobrevivência dos seus capitalistas e demais parasitas da pátria serão significativamente mais difíceis de serem enfrentados que na Alemanha e Japão. Problemas que já se antecipam e explodem nas ruas e na ordem do dia da tradicional democracia francesa. O Estado reforça seu arsenal de guerra contra o proletariado. Mesmo antes da detonação da crise global que se aproxima o governo francês já mostra suas armas para salvar a propriedade privada, o Estado e o capital. Não se trata – como as almas boas da esquerda poderiam imaginar – de um governo fascista ou de uma idiota direita qualquer. Tão nobre tarefa exige agentes mais eficientes. Os velhos socialdemocratas salvam os parasitas. Assim, a chamada “loi travail” ... [leia o texto completo na Critica Semanal da Economia] Leia Mais

Brasil: burguesia desvairada

Nivelar os salários brasileiros aos indianos não é uma tarefa fácil. Mas é rigidamente necessária. Essa é uma aventura burguesa que abre riquíssimas possibilidades para a luta de classes. Realizar essa tarefa exige agora muito mais violência democrática e policial por parte da burguesia que em outros períodos históricos de mudanças na forma dominada de acumular capital no país. O Estado burguês brasileiro já começou essa tarefa. Mas, ao executá-la ele próprio se desmancha. Redobra-se a violência democrática. Rende mais que a ditadura. Alkmin vale mais que Bolsonaro. É legalizado o assassinato de trabalhadores e da juventude proletária. .

A Fome na Europa


Correspondência Internacional

Que terrível: Karl Marx é o economista mais indicado nas escolas de Economia dos Estados Unidos

A poderosa crise econômica que se aproxima e a conhecida pressão dos estudantes contra o autismo econômico dos marginalistas e outros idiotas foram os responsáveis por furar as escolas econômicas reacionárias norte-americanas e introduzir pensamentos mais atuais da teoria, como os de Smith e de Marx. Pelo menos para uso doméstico. O resto do mundo, com raríssimas exceções, como o Japão, onde o ensino de Economia também é muito avançado, ainda permanecem as mesmas velhas e inócuas ideias neoclássicas e keynesianas sobre política econômica dos últimos setenta anos. Leia Mais


Diário do Capital - Europa

Novo boletim da Crítica "Observações acerca da produção mundial de alimentos"

A espécie humana precisa produzir cinco vezes mais do que atualmente para se reproduzir. Para alcançar esse objetivo bastaria que as sete maiores economias produtoras de alimentos do mundo produzissem com a mesma produtividade agrícola (produção por habitante) que a agricultura dos EUA, economia de ponta do sistema. Enquanto nos EUA a produção agrícola per capita (318,9 milhões de habitantes) alcança 1,61 toneladas por habitante, na média mundial (7,5 bilhão de habitantes) alcança míseros 0,33 ton. Quer dizer, a produtividade média mundial é de aproximadamente um quinto da estadunidense. Esta é uma importante arma de dominação imperialista dos EUA sobre o resto do mundo, incluindo as demais economias dominantes da União Europeia, Japão, etc. E quanto mais eles se utilizam desta técnica superior e se apropriam do superlucro no comércio internacional mais travam ou destroem a agricultura dos seus concorrentes. Leia Mais


Diário do Capital - Brasil

O que vem depois do golpe

O problema, agora, é saber se o governo pós-golpe garantirá a governabilidade burguesa. Mais uma vez, depende da economia. Do mesmo modo que as condições políticas, os problemas econômicos brasileiros a serem enfrentados pelos capitalistas nos próximos anos apresentam ingredientes novos. Altamente corrosivos. Leia Mais


Realpolitik - EUA

A explosiva contabilidade da geopolítica – gastos com a guerra em 2015

PASSAGEM DA MAIS RECENTE CRÍTICA SEMANAL DA ECONOMIA. "As bases materiais (economia) determinam as ideias, a cultura, a superestrutura, o Estado e o poder político no interior das nações. Isso todo mundo sabe. Ou deveria saber. Mas o que talvez nem todo mundo saiba é que, externamente, as relações econômicas internacionais determinam o poder geopolítico entre as nações. Inclusive seus “grandes homens" LEIA O TEXTO COMPLETO NO BOLETIM DA CRITICA SEMANAL DA ECONOMIA DESTA SEMANA E FAÇA TUA ASSINATURA .. Leia Mais


Diário do Capital - Europa

Nova “lei do trabalho” do governo francês leva milhões de assalariados de volta às ruas

Quinta-feira, 31 de março. Mais de um milhão de manifestantes inundaram as ruas de Paris e de outras grandes cidades da França. Isso acontece pela segunda vez nos últimos quinze dias. Para a polícia do terror foram só 390.000 manifestantes. Os trabalhadores protestam contra o presidente socialista François Hollande e sua nova “lei do trabalho”. Uma imundície jogada na cara dos assalariados. Inaceitável. Era o que faltava para colocar os verdadeiros problemas franceses na ordem do dia. No limite. Leia Mais


Diário do Capital - África

BRASIL URGENTE: GOVERNO DOS CAPITALISTAS ATACA MILITARMENTE OPERÁRIOS DA MABE EM HORTOLÂNDIA

Covarde golpe militar contra os operários que ocupam a fábrica da Mabe, em Hortolândia. Todo o nosso apoio ao combativo Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região nestas batalhas atuais. Quando ocorreu a ocupação das fábricas, em 15/Fevereiro/2016, comentamos em nossa matéria BRASIL URGENTE: Trabalhadores Ocupam as Fábricas da Metalúrgica Mabe de Campinas e Hortolândia: “Ninguém duvide que a ocupação hoje ocorrida das duas plantas da Mabe será um exemplo de luta inaceitável pelos capitalistas e seus governos de Brasília e do Estado de São Paulo. O desenlace desta ocupação aponta de imediato brutal repressão policial do atuais governos estaduais e federais. As fábricas já estão cercadas por grande número de policiais militares armados e prontos para agir e restituir a posse da propriedade privada dos meios sociais de produção”. Leia Mais


Diário do Capital - América Latina

Argentina: los buitres batem à porta

Mais uma vez, depois da trágica crise econômico-social de 2001/2002, a Argentina de Macri repete a fatal receita liberal de se perder nos mercados e levar o país à falência. A história se repete. Pela segunda vez nesta noite de quarta-feira (30), quando o Congresso argentino encenou uma perigosíssima farsa do que fora a tragédia de Menen/Cavallo e seu mirabolante “Ley de Convertibilidad del Austral”... Leia Mais


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